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A Baja BP Ultimate Portalegre 500 2009, que será disputada de 28 a 1 de Novembro nas proximidades de Portalegre já está em preparação por parte do ACP, o clube organizador.

A edição de 2009 da mais tradicional prova de todo o terreno do nosso país ponturará para vários campeonatos nacionais e internacionais, incluindo a Taça FIA de Bajas, o CPTT(Campeonato de Portugal de Todo o Terreno), CERTT (Campeonato Espanhol de Ralis de Todo o Terreno) e ainda o Troféu Ibérico.

Além disso, esta prova será a segunda competição que será pontuável para o Memorial José Megre, a iniciativa do ACP que pretende perpetuar a imagem do criador da prova alentejana.

Nas motos , o Portalegre 500 de 2009 contará com o regresso do Campeonato Nacional da especialidade, fazendo ainda parte do calendário dos Troféus KTM/Husaberg e Troféu Polaris Challenge 2009.

As inscrições para o Portalegre 2009 abrem a 1 de Setembro de encerram a 9 de Outubro a preços reduzidos. O fecho definitivo das inscrições está previsto para 13 de Outubro.

Nesta altura, a organização trabalha na preparação do percurso da Baja Portalegre , e por isso nada se sabe quanto a locais de passagem, mas certamente serão visitados os locais mais tradicionais desta prova, e em breve saberemos novidades sobre mais uma edição da clássica prova alentejana de todo o terreno.

ACP Motorsport

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A equipa X-raid Team irá participar com 5 carros na Baja Espanha Aragon 2009, terceiro evento do FIA International Cup for Cross-Country Bajas, que será disputado na região de Aragão, no noroeste de Espanha de 24 a 26 de Julho. A equipa conquistou recentemente o campeonato FIA de Ralis de Todo o terreno, o que aconteceu pela terceira vez. Os recém coroados campeões, Guerlain Chicherit e Tina Thorner irã ter a companhia dos mais recentes elementos da equipa dos BMW X3 CCs , Stéphane Peterhansel e Joan ‘Nani’ Roma, e ainda dos carros da Yser Racing Team , oriunda de Portugal.

Peterhansel e o seu co-piloto Jean-Paul Cottret assinaram pela X-raid Team depois do Transiberico Rally e antes da recente sessão de testes realizada na região de Erfoud em Marrocos. Eles irão fazer a sua estreia em competição com o BMW na exigentes etapas da Baja Espanha, que serão certamente quentes e poeirentas, uma vez que estamos a meio do Verão.

Esta dupla é uma das mais bem sucedidas no história dos ralis de todo o terreno FIA Cross-Country e ganhou o evento espanhol com um Mitsubishi de fábrica em 2007. A mudança para a X-Raid volta a colocar o piloto Francês a trabalhar na companhia do piloto Catalão Joan ‘Nani’ Roma, que também tinha entrado para a equipa de Sven Quandt pouco antes do recente Rali Transiberico e que também participou nos testes em Marrocos.

Roma já ganhou a Baja Espanha de moto por quatro vezes, e venceu o evento em automóvel com o falecido Henri Magne em 2005. Agora faz equipa com o experience co-piloto Francês Michel Périn pela segunda vez em Zaragoza. Perin já venceu o evento em três ocaisões (1993, 1995 e 1997) com Pierre Lartigue.

As duas novas duplas irão utilizar a participação na Baja Espanha, para ganharem o máximo de experiência possível com a equipa X-Raid. "Eu lembro-me o quão especial foi vencer a Baja Espanha pela primeira vez com um carro e gostaria de experimentar esse sentimento novamente com a X-Raid." admitiu Roma. "Participei numa corrida com esta equipa pela primeira vez no Transibérico e fiquei impressionado pelo comportamento e força do carro. Os testes recentes foram também muito uteis e espero ansiosamente pela minha primeira vitória com a equipa."

Chicherit, Peterhansel e Roma irão tentar dar a terceira vitória á X-raid na Baja Espanha pela terceira vez no espaço de sete anos - Luc Alphand venceu o evento em 2003 com um BMW X5, e Nasser Saleh Al-Attiyah triunfou no ano passado, acompanhado de Tina Thörner no seu caminho para o titulo de campeão FIA de Bajas.

"Temos uma equipa forte e o objectivo, claro, é vencer a corrida. Mas queremos também que Nani e Peterhansel continuem a ganhar experiência com o carro" disse Sven Quandt. "Estivemos fora oito dias, a testar em Marrocos recentemente e os nossos pilotos conduziram ao longo de quase 3000kms na totalidade, com Guerlain a juntar-se aos nossos dois novos pilotos já no final da sessão. O resultado foi de que pudemos perceber que ainda temos trabalho a fazer em várias áreas para colocar o carro no nível de performance e fiabilidade que queremos. A Baja Espanha servir-nos-á para continuarmos este programa. Não será fácil vencer este evento. São vários os bons pilotos na lista de participantes e as etapas são muito exigentes."

Filipe Campos e Jaime Baptista terminaram em terceiro na Baja Espanha do ano passado, atrás de Al-Attiyah e Roma, e lideram a dupla de carros da Yser Rally Team, que ainda inclui a segunda formação totalmente portuguesa, composta por Bernardo Moniz da Maia e Joana Sotto-Mayor. Campos foi um dos líderes do recente Rali Transiberico , no qual Moniz da Maia obteve o melhor resultado da sua carreira com um terceiro lugar na geral ao volante do seu BMW X3 CC.

"A Yser Racing Team tem alcançado bons resultados no campeonato Português" disse Quandt. "Filipe liderou o Rali Transibérico durante várias etapas, e mostrou um grande potencial. Depois, Bernardo terminou em terceiro, o que serviu para melhor demonstrar a nossa evolução ao longo das últimas temporadas"

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Fonte: www.todoterreno.pt

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Já está disponível a lista provisória de inscritos da Baja Spain Aragon 2009, que será disputada de 23 a 26 de julho. A prova contará com 57 automóveis, 44 motos e 4 camiões, o que representa ainda assim um motivo de satisfação para a organização, levando em linha de conta que estamos a viver tempos muito dificeis.

Um reflexo das dificuldades que das equipas, é facto de que até os pilotos de primeira linha, e antigos vencedores da Baja, como é o caso de Nani Roma, Luc Alphand, Stéphane Peterhansel ou Nasser Al-Athyiah apesar de já terem confirmado a sua participação, não finalizaram ainda o processo de inscrição no evento.

Mas outros já o fizeram, caso de Vicente Colás (com o seu novo co-piloto, o aventureiro Álvaro de Marichalar). Também o Português Rui Sousa e o Holandês Van Deijne, que conseguiu um quuinto lugar no ano passado.

Nas motos, a prova irá contar com David Casteau, terceiro no ano passado, Jordi Viladoms e Gerard Farrés (ambos da equipa KTM Repsol Redbull), e Marc Guasch. Nos quads, até ao momento apenas Xavi Montero, terceiro no ano passado confirmou a sua participação.

Nos camiões, a equipa Epsilon já inscreveu 3 participantes : Oliveras, Selga nad Adua. Todos eles já conseguiram importantes resultados desportivos desde que a corrida de camiões foi introduzida na Baja em 2005. Selga, venceu a edição de 2005, enquanto Oliveras venceu em 2006 e 2007. Adua terminou em terceiro na edição do ano passado.

Lista de Inscritos

Fonte: www.todoterreno.pt

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Após 10 dias de rally, 46h 37m 38s, um total de 5.056 Kms percorridos, 2.605 Kms de percurso cronometrado, 3 provas de Super Prime, o piloto BMW, Pedro Bianchi Prata, terminou mais um Rally dos Sertões.


Resumo da prova pelo piloto, Bianchi Prata:

“Antes de mais foi uma honra pela primeira vez na minha vida subir ao pódio de uma prova do mundial, aos comandos de uma BMW, e ter conquistado 22 pontos no mundial de Rally Raide.

Os objectivos para esta prova estavam bem definidos, testar a evolução da moto desde o último Dakar e lutar por um lugar entre os primeiros e poder ajudar o nosso principal patrocinador para esta prova, a POLISPORT, a aumentar a sua notoriedade no Brasil. Na minha opinião foram todos compridos e retirámos informação preciosa destes 10 dias de intensa competição.

Esta edição do Rally dos Sertões, foi a mais dura e completa das três em que participei, em termos organizativos sem nada a apontar e em termos desportivos, muito disputada pois qualquer erro implicava uma grande descida na classificação.

Os Sertões é uma prova com uma beleza única, tendo paisagens de nos deixar de boca aberta e que nos fazem lembrar desde África até à Europa, encontrando todo tipo de pisos desde areia a pedra, passando pela lama e a erva bem verde. O Brasil é um país com uma riqueza natural tão grande que em nenhum local falta uma zona verde ou água.

Foi uma competição que exigiu grande concentração pois a navegação era muito difícil e o nível técnico das especiais muito elevado, qualquer distracção poderia originar uma perda no percurso ou uma queda e deitar tudo a perder, durante os cerca de 5000 Km do rally, não sofri nenhuma queda e tive somente duas pequenas perdas no percurso.

Ao longo dos 10 dias de prova, a BMW G 450 X, esteve irrepreensível. Os dois únicos problemas que sofremos foi devido ao combustível brasileiro, nos locais de abastecimento das especiais, era de fraquíssima qualidade, sendo misturado com álcool, solventes e água, como a nossa moto está muito desenvolvida em termos electrónicos, a injecção da moto entrava em modo de segurança e não a deixava andar com gasolina de tão fraca qualidade, o que nos levou a penalizar em dois dias e ficar fora da luta por um lugar melhor.

Nos outros dias nem um parafuso se desapertou, o que revela grande fiabilidade. Em termos de estabilidade, a moto melhorou muito com as alterações que fizemos na carenagem da frente e nos depósitos de gasolina, pois a gasolina dos depósitos laterais ficou mais baixa, o que baixou o centro de gravidade da moto.

A BMW G 450 X é das melhores 450cc da actualidade, a nossa velocidade máxima em todo o Rally foi 159,8 Km/h…este valor fala por si!!!

Sem dúvida que este Rally foi um grande teste para o Dakar 2010, prova que com as novas regras, só podemos pensar na vitória. Até lá temos uma grande luta para arranjar os apoios necessários, de modo a conseguirmos montar o projecto para o Dakar 2010, mas temos a certeza que a BMW nos vai ajudar, pois uma vitória no Dakar é muito importante para o posicionamento da G 450 X no mercado mundial e um bom resultado no Dakar vale mais do que todas as modalidades no mundo juntas.”

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“África é o espaço natural do todo o terreno”

Elisabete Jacinto está já confirmada como concorrente ao AFRICA ECO RACE, prova liderada por René Metge e que tem como principal impulsionador Hubert Auriol e cuja segunda edição arranca a 27 de Dezembro de 2009, chegando ao Lac Rose, em Dakar, a 10 de Janeiro de 2010. A prova africana, que se disputará em pistas de Marrocos, Mauritânia e Senegal, poderá ter partida de Portugal, conforme foi anunciado na apresentação que decorreu no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa. Aos comandos do seu novo MAN TGS, a piloto do Team Oleoban/MAN Portugal assume esta aposta africana, como uma opção pelo espaço mais indicado para as competições de todo o terreno em camião.

“Fazer uma grande maratona de todo o terreno em África é associar o espírito de aventura ao de competição, pois o isolamento e a dureza do deserto levam-nos, muitas vezes, aos limites das nossas capacidades. Estou por isso muito satisfeita por perceber que o Africa Race nos pode proporcionar tudo isto e que a prova está no bom caminho. Esta apresentação em Portugal foi muito importante e creio que vai entusiasmar ainda mais os pilotos portugueses”, salienta Elisabete Jacinto, que destaca ainda: “A possibilidade aventada de uma partida portuguesa é muito aliciante, porque os portugueses já demonstraram que são grandes adeptos dos desportos motorizados e do todo o terreno em particular. Seria magnífico poder arrancar de casa, para uma competição desta envergadura. Já confirmámos a nossa participação e vamos começar a preparação com o objectivo de conseguir alcançar um bom resultado entre os camiões”.

O Africa Race será composto por 12 etapas, seis das quais decorrerão em Marrocos, cinco na Mauritânia e uma no Senegal, perfazendo um total de 6200 quilómetros dos quais mais de quatro mil serão cronometrados.

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Portugal possível ponto de partida da prova

Foi apresentada, no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, a segunda edição da competição Africa Eco Race que se irá realizar entre 27 de Dezembro de 2009 e 10 de Janeiro de 2010.

Marrocos, Mauritânia e Senegal serão os três países atravessados por esta prova, mas ficou ainda por revelar que país acolherá a sua partida. Portugal é apontado como um dos eventuais anfitriões, tendo como principal concorrente a vizinha Espanha.

Nesta apresentação do Africa Eco Race 2010 marcaram presença, entre outros, os pilotos Elisabete Jacinto, Hélder Rodrigues, Miguel Barbosa, Bernardo Moniz da Maia e Pedro Grancha, que foram unânimes em considerar a proposta de percurso interessante e o programa apetecível para quem gosta do deserto e da aventura que o todo o terreno proporciona. Embora ausente por questões profissionais, Carlos Sousa anunciou aos organizadores a sua intenção de procurar os apoios necessários para estar à partida da corrida.

A organização da prova, que tem René Metge como director desportivo, tem estado a trabalhar no percurso com o objectivo de propôr de novo, para o AFRICA RACE 2010, um traçado de grande qualidade.

Hubert Auriol e René Metge revelaram ainda os contornos gerais desta competição “As grandes linhas do percurso já estão estabelecidas, só falta agora debruçarmo-nos com precisão nas etapas. Desejamos que esta edição siga as pisadas da anterior, que foi muito marcante devido a etapas quase inéditas. Para a competição de 2010 a nossa vontade de oferecer aos concorrentes novas paisagens e novos desafios, mantém-se”, revelou René Metge.

O Africa Race será composto por 12 etapas, seis das quais decorrerão em Marrocos, cinco na Mauritânia e uma no Senegal, perfazendo um total de 6200 quilómetros a percorrer pelos participantes.

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At the Rallye dos Sertões in Brazil a captivating team-internal duel thrilled the fans: Carlos Sainz and Nasser Al-Attiyah in the Race Touareg jointly won all ten stages of the toughest and longest cross-country rally after the "Dakar”. At the finish, after 2,605 kilometres of special stages, the factory drivers were separated by just 1m 09s. In a joint interview Carlos Sainz from Spain and Nasser Al-Attiyah from Qatar talk about the experiences they gained, about teamwork, mutual respect and future goals.

Carlos Sainz, did you expect your new team colleague Nasser Al-Attiyah to be able to put so much pressure on you at the first rally?
Carlos Sainz: "Actually, I had no doubt he would. After all, Nasser was not signed by Volkswagen for the ‘Dakar’ programme by chance. He is one of the world’s quickest rally drivers and now competes in the world’s best team – and he proved this in the Race Touareg from the very first minute.”

How much do you respect each other?

Nasser Al-Attiyah: "I respect a lot of good things a rally driver needs in Carlos. He has a wealth of experience in sprint and cross-country rally racing. It’s a great pleasure for me to compete in the same team and to be able to match my skills against his. I can still learn a great deal from him. He is truly a personality – the many text messages I received ever since it became known that we will jointly run for Volkswagen have shown this as well. Everyone is happy for me. And for me, it’s a great opportunity too.”

Carlos Sainz: "Like Nasser, I try to learn something from every good driver. The day you stop developing is the day you should end your career. At Volkswagen, we’re a stronger team also thanks to Nasser.”

Your duel at the "Sertões” thrilled the fans, either of you could have won and both of you continually demonstrated the will to win. So, what are the typical traits of a red-blooded racer?
Carlos Sainz: "Nasser, for example, has the personal traits of a red-blooded racer and I think we’re very similar in this respect: Always determined to win, always thinking ahead and aiming to fully exploit the potential, with calculated risks. Our style of driving is identical to our general approach to the sport.”

At this rally you worked together with new co-drivers in competitive conditions for the first time. How would you rate this cockpit teamwork?
Nasser Al-Attiyah: ”When you’ve got a new co-driver at your side you need to engage in a new process of coordination, gather joint experience and improve your communication in detailed aspects day by day. This also requires a bit of patience. Not only co-drivers can make mistakes and fail to find the way; the driver, too, can choose the wrong speed. For me, it’s always very important to have good rapport on board. With Timo Gottschalk I immediately found a good way of communicating. This makes me optimistic for the Silk Way Rally in September and for the Dakar Rally in January.”

Carlos Sainz: "I’ve got to agree with Nasser in this respect from my point of view and can say the same about my teamwork with Lucas Cruz Senra. We had an outstanding opportunity here to try ourselves out as a team in varying conditions and to coordinate our actions. Every day at the rally was different and took us across different types of terrain. It takes time to achieve perfect coordination between the driver and co-driver. Here at the ‘Sertões’ we also made great strides in this respect. Particularly at this rally the co-drivers’ job was difficult due to a different type of roadbook. Lucas handled it very well.”

The time difference between the two of you after the rally was minute: just 1m 09s. Doesn’t such a narrow defeat grate on you, Mr Al-Attiyah?
Nasser Al-Attiyah: "For me, the result is not as crucial as it is for the media. I contested this event in order to complete as many kilometres in the car as possible and to coordinate my actions with Timo. Whether I’d finish in first or second place was not important for me because I’ve got another rally to prepare for the ‘Dakar’ on my schedule. Then, the situation will probably look completely different. But honestly: The only thing that really counts is that Volkswagen clinched the one-two victory – which had been expected to some extent – in a dominant way. It’s about the team. I don’t feel like a loser in any respect. When Carlos wins, I’m a winner as well. After all, we’re both driving for the same team.”

Carlos Sainz: "Like at any cross-country rally, the roadbook posed a challenge to the drivers and co-drivers. The ‘Sertões’ is the world’s toughest rally after the ‘Dakar’ – that’s why minor setbacks are completely normal, they’re part of the sport – particularly in our speciality. But, all in all, these setbacks were balanced out, as the results show as well. I think Nasser and I drove at the same level and our co-drivers, too, had the same high level. On one day Nasser lost some time, on another day I did. But circumstances as well as fortune were balanced for both pairings.”

What was the special aspect of the Rallye dos Sertões?
Carlos Sainz: "To be quick here you’ve got to have a very good handle on technical aspects. Normally, to be quick in off-road events, a good car, which we’ve definitely got with the Race Touareg, and a bit of experience help. But to be quick at the ‘Sertões’ you need one thing in particular: control of the vehicle in any situation.”

Nasser Al-Attiyah: "That’s exactly right. These narrow gravel trails tended to resemble a classic sprint rally and the trial sections and water passages made additional demands on the drivers’ skills. It was really a good test for the ‘Dakar.’”

What were your learning goals at your first rally in the Volkswagen factory team?
Nasser Al-Attiyah: "Finishing the rally and gathering loads of experience were definitely goals. I joined Volkswagen after driving for a different team. Volkswagen has a completely different, much more professional technological level. Of course another one of my goals was to prove myself here. I enjoyed every minute and every turn in the car.”

A question about your future goals will probably result in the same answer ...

Carlos Sainz: "I think so, too. Everyone wants to win the ‘Dakar’. However, this not only applies to Nasser and me but also to our team colleagues Giniel de Villiers and Mark Miller, to all the drivers at X-raid-BMW and to Robby Gordon in the Hummer. Every driver always wants just one thing: to win.”

But there can be only one winner – to what extent are you working together towards achieving the big goal of repeating the "Dakar” exploit from January?
Carlos Sainz: "Let’s put it this way: When you’re driving in the best team you can also be sure to have the strongest team colleagues of all. This is the case at Volkswagen. And all of us working together move the whole package forwards with each kilometre of additional experience. The entire team keeps developing this way.”

Let’s talk about the team that was confronted with a major challenge here in Brazil as well. What can a driver do to make the job of the technical crew easier?
Nasser Al-Attiyah: "I always try to maintain a very close relationship with my mechanics. This includes many individual conversations to explain the situations that result in additional work during the service. This rally in particular resulted in a lot of body damage because the trails were very narrow. But the guys can always be sure that we’re doing our best to bring the car home to the finish without any scratches. But sometimes there are situations which are simply inevitable. This is what I try to explain.”

What kind of a tip would you give to each other?

Nasser Al-Attiyah: "More than likely, I can’t give Carlos any good tips. Instead, I want to learn from him. But maybe he can copy some of my ways during the next test in the dunes. That’s where I’ve got a bit more experience …"

Carlos Sainz: "That’s exactly what it’s all about. Only through mutual exchange the whole team and each driver pairing continually improves. Any solution I find is shared with the whole team and the same is true for all the other drivers at Volkswagen. That’s the only way we can achieve our goals.”

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A décima e última etapa do Rally dos Sertões 2009, ligou as cidades de Caicó e Natal. O percurso cronometrado teve 85 Km, 5 Km de deslocamento inicial e 250 Km de final, fazendo um total de 340 Km. O Super Prime de 9 Km nas dunas potiguares de Natal, culminou com o fim do rally.


A etapa de hoje não foi grande, o percurso cronometrado apesar de curto foi bastante técnico, com vários tipos de pisos. Muito público presente em Natal, apesar da chuva, aguardava a chegada dos pilotos e da Super Prime.

O percurso cronometrado começou bastante rápido, numa região sinuosa e com rochas grandes, exigindo atenção na navegação. Travessia de riachos, zonas de trial e estradas de fazenda finalizaram esta etapa. Após a chegada a Natal os pilotos tiveram um Super Prime nas Dunas Douradas, com um percurso de 9 Km em forma de “U”. O Super Prime foi obrigatório para os pilotos mas não contou para a classificação. O piloto BMW, Pedro Bianchi Prata, obteve o 5º lugar da 10ª etapa, na categoria Production até 450 cc, Mundial FIM.

Classificação da 10ª etapa:

1º Denisio Do Nascimento (Deni) – 01:12:09.6
2º Jakub Przygonski (Kuba) – 01:12:30.5
3º José Hélio G. Rodrigues Filho (Zé Hélio) – 01:13:46.9
4º Sergio Henrique Klaumann (Ike) – 01:14:26.6
5º Joaquim Gouveia Rodrigues (Juca Bala) – 01:15:22.5
6º Jacek Czachor (Jacek) - 01:15:40.1
7º Leonardo S. Uratani (Leo Uratani) – 01:16:34.5
8º Sérgio Augusto Klaumann (Guto) – 01:18:44.7
9º Rodolpho Mattheis (Rodolpho) – 01:18:53.2
10º Sergio Ferraz Ribeiro Filho (Serginho) – 01:19:26.8
11º Dimas Mattos (Dimas) – 01:20:25.6
12º Pedro Bianchi de Aguiar Macedo Prata (Bianchi) – 01:20:43.6

Classificação Geral

1º José Hélio G. Rodrigues Filho (Zé Hélio)
2º Pedro Bianchi de Aguiar Macedo Prata (Bianchi)

Relativamente à prova, o piloto Polisport, Pedro Bianchi Prata, comentou: “Foi uma etapa espectacular, pequena mas com muita navegação….hoje andei para ganhar a etapa mas uma distracção num cruzamento fez me perder muito tempo. Foi um Rally difícil, com muitos contratempos, mas a BMW mostrou ser uma moto muito fiável o único problema que tivemos foi por causa da gasolina de fraca qualidade. Não estou contente com o resultado final, mas foi um óptimo teste para o Dakar e esta última evolução da moto melhorou em tudo as suas prestações, quero agradecer a toda a equipa o esforço de tantos dias de trabalho e a todos os patrocinadores e em especial á Polisport pelo apoio dado."

Após 10 dias de rally, 46h 37m 38s de condução, um total de 5.056 Kms percorridos, 2.605 Kms de percurso cronometrado, 3 provas de Super Prime, o piloto BMW, Pedro Bianchi Prata, chegou ao fim do Rally dos Sertões 2009.